por , 31 de março de 2017 em Entrechos. | Nenhum Comentário »

É preciso chuva para florir…é preciso ter o caos dentro de si, para a dar à luz a uma estrela brilhante!

 

e preciso chuva para florir

Fire!

por , 27 de março de 2017 em Meu cotidiano. | Nenhum Comentário »

por , 23 de março de 2017 em Entrechos. | Nenhum Comentário »

Mas talvez você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar

Até o mundo acabar…

girl

por , 14 de março de 2017 em Achados e Garimpos! | Nenhum Comentário »

“Há uma diferença real entre pessoas elegantes/com estilo e pessoas que querem aparecer – e esse é o dilema atual”.

Suzy Menkes é uma das mais respeitadas críticas de moda da atualidade.

por , 10 de março de 2017 em Meu cotidiano. | Nenhum Comentário »

 

é muita personalidade em uma mulher só 😉

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Amor maior.

por , 17 de fevereiro de 2017 em Entrechos. | Nenhum Comentário »

Eu quero ficar só
Mas comigo só eu não consigo…
Eu quero ficar junto
Mas sozinho só não é possível

É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Amor de dentro pra fora
Amor que eu desconheço

Quero um amor maior
Um amor maior que eu…

Então seguirei meu coração até o fim
Pra saber se é amor
Magoarei mesmo assim
Mesmo sem querer
Pra saber se é amor
Eu estarei mais feliz
Mesmo morrendo de dor,
Pra saber se é amor
Se é amor

Quero um amor maior,
Um amor maior que eu…

tipos-de-cafe

por , 18 de janeiro de 2017 em Entrechos. | Nenhum Comentário »

rubm alves

É muito amor!!!


la-petite-table

por , 20 de dezembro de 2016 em Entrechos. | Nenhum Comentário »

Quando chorar

Há um tipo de choro bom e há outro ruim. O ruim é aquele em que as lágrimas correm sem parar e, no entanto, não dão alívio. Só esgotam e exaurem. Uma amiga perguntou-me, então, se não seria esse choro como o de uma criança com a angústia da fome. Era. Quando se está perto desse tipo de choro, é melhor procurar conter-se: não vai adiantar. É melhor tentar fazer-se de forte, e enfrentar. É difícil, mas ainda menos do que ir-se tornando exangue a ponto de empalidecer.
Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeitar a nossa fraqueza. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido, produto de nossa dor mais profunda.
Homem chorar comove. Ele, o lutador, reconheceu sua luta às vezes inútil. Respeito muito o homem que chora. Eu já vi homem chorar.

— Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.