Achados e Garimpos!


on 14 de março de 2017 in Achados e Garimpos! No Comments »

“Há uma diferença real entre pessoas elegantes/com estilo e pessoas que querem aparecer – e esse é o dilema atual”.

Suzy Menkes é uma das mais respeitadas críticas de moda da atualidade.

Relativa-mente!

on 5 de novembro de 2015 in Achados e Garimpos! No Comments »

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Desapeguei!

on 27 de março de 2015 in Achados e Garimpos! No Comments »

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Carro, só como meio de transporte!

Telefone é para se comunicar!

Roupas e sapatos novos só quando forem de extrema necessidade, afinal, por que não seria assim?

O que houve com o velho hábito de nossos pais e avós, de só comprar o que realmente precisamos e quando precisamos!

Em busca da insustentável leveza do Ser e  não do Ter, tenho buscado levar uma vida simples e em acordo, com uma postura coerente,  mas que não são regras! Muito embora, quem decida viver com simplicidade e coerência, acaba consciente de que a energia investida nessa vida pode minar outras coisas mais interessantes! Por exemplo, viajar mais!

Desapegue, você vai sentir,  a leveza é sustentável! 😉

retro shoes lovers ;)

on 19 de fevereiro de 2015 in Achados e Garimpos! No Comments »

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on 5 de fevereiro de 2015 in Achados e Garimpos! No Comments »

 A tristeza inspira muitos poemas e livros, mas causa muito mal ao escritor e vicia!

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Feliz Natal

on 24 de dezembro de 2014 in Achados e Garimpos! No Comments »

gingerbread xmas o nome da rosa

on 20 de outubro de 2013 in Achados e Garimpos! No Comments »

chico

Centenário de Vinicius de Moraes!

dois queridos

“E assim, quando mais tarde me procure.

Quem sabe a morte, angústia de quem vive.

Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

Eu possa me dizer do amor (que tive):

que não seja imortal, posto que é chama.

Mas que seja infinito enquanto dure.”

trecho: Soneto da Fidelidade de Vinicius de Moraes

p.s.: Ontem, demorei para dormir, estava um pouco assim…triste…

Let it be.

sonho de trabalho

E num belo dia um sopro e puff, a luz se apaga!

Gosto de pensar que ainda tenho muito tempo. Tempo suficiente para fazer tudo que eu quiser. Tempo para viajar e conhecer todos os lugares que sonho conhecer, tempo para mudar de profissão, começar tudo de novo, do zero.

Sonho que ainda tenho tempo para ser o que eu quiser ser. Tempo para desperdiçar com o que eu bem entender. Penso que ainda vou ter tempo para ganhar dinheiro e gastar tudo, e ganhar de novo.

Gosto de pensar que ainda sou tão jovem, que tenho muito, muito tempo para viver tudo que eu imaginar. Mas aí, vem um anjo ruim e senta perto de mim….E fico por um instante eternamente assombrada pela passagem das horas, palavras-chave da minha vida: angústia do tempo, inexorável tempo. Então, quando olho pro céu, e vejo uma nuvem se movendo bem lentamente, sinto-me tão insignificante, tão pequena, um grão de areia, um sopro, uma flor que hoje é, mas que amanhã poderá ser colhida prematuramente.  E aí me pergunto: Para onde vão todos os sonhos quando a flor é colhida inesperadamente?

Lendo Caio Fernando de Abreu, ontem, fiquei atordoada, sem palavras, ele dizia assim: “Uma farsa, essa sua vida — uma farsa. E o pior é que você já não consegue nem fingir que acredita nela.”, fiquei sem chão. Justo na minha vez?  Primeira vez que visito o Blog do cara e já dou de frente com essa. Justo eu que tento mudar minuto a minuto a minha vida para evitar o tédio. Eu que me canso da mesmice de cada dia, canso até do texto antes mesmo de acabar de escreve-lo. E tudo num piscar de olhos. Me senti desarmada e desalmada, sem forças para continuar minha farsa.

Lembrei-me de um de meus poetas favorito, Mario de Sá Carneiro em Dispersão: Perdi-me dentro de mim, porque era labirinto e hoje quando me sinto e com saudades de mim. Pois é!

Não quero viver uma farsa de vida, e apenas no final e apenas no instante do último suspiro, pensar que deveria ter feito diferente. Bom mesmo é arriscar, chutar o balde, ver o leite derramar, já percebeu que aroma maravilhoso tem o leite derramado? bom é sair na chuva e deixar-se molhar, roubar beijo, fechar os olhos e deixar o corpo ir. Isso é ser livre.

Como dizia meu querido Cazuza: “Viver é bom, partida e chegada, solidão que nada”. Será que a vida só acontece mesmo nos livros? Ah que ironia seria…

Me encaro no espelho, olhos nos olhos, penso: estarei engessada?

Moqueca de camarão super fácil

 

Ingredientes:

500 g. de camarão limpo;

2 colheres de suco de limão;

1/4 de xícara de azeite;

1 xícara  de leite de cocô;

3 colheres de sopa de azeite de dende;

2 cebolas médias cortadas;

1 pimentão vermelho picado;

2 tomates picados;

Tempere os camarões com sal e limão e reserve-os.

Coloque o azeite na frigideira e a cebola picada, cozinhe até a cebola ficar bem molinha, aí acrescente o pimentão e o tomate picado, deixe cozinhar por mais 5 minutos.  Em seguida, coloque o leite de coco e o azeite de dende. Deixe 3 minutos.

Por último, coloque os camarões, mexa um pouco, cozinhe por no máximo 5 minutos.

Tempere com pimenta do reino e um pouco de molho de pimenta vermelha, pra quem gosta de mais tempero.

Desligue o fogo, salpique salsinha e cebolinha.